Os católicos e cristãos em geral
dizem que Deus é infinitamente justo e bom, e seu amor é incondicional. Mas, se
pararmos para pensar a fundo sobre isso, observaremos uma grande contradição.
Se um ser onipotente nos ama tanto e só quer o nosso bem, porque existe o mal?
Com que razão pessoas roubam, matam, enganam, oprimem? Porque se desenvolveu um
sistema global aonde algumas nações controlam quase todo o mundo e outras
sofrem com a maioria da sua população na extrema miséria?
A
resposta do religioso seria a clássica: “Deus nos deu o livre-arbítrio. Podemos
fazer o que quisermos, encarando as consequências disso depois.” O livre-arbítrio citado é uma liberdade supostamente “dada” ao ser humano. Com essa
liberdade, a humanidade poderia fazer o que quisesse, mostrando dessa forma
quem ela realmente é. Podendo optar entre fazer o bem ou o mal, o ser humano
revela a sua essência, o que ele está disposto a fazer. Se foi dada a liberdade
e a sociedade está do jeito que está, conclui-se que existem sérios defeitos na
criação divina. Certos homens são, na sua essência, maldosos, corruptos,
traiçoeiros. Logo, cai por terra a teoria católica do “Deus perfeito”.
Seguindo esse raciocínio, se o mal for culpa do livre-arbítrio, há uma tendência da humanidade para não conseguir conviver pacificamente, visto que a miséria é um problema que castiga milhões, há violência nas ruas e eventualmente ocorrem guerras. E se a humanidade tem essa tendência, é um "defeito de fabricação". Se o mal não for fruto do livre-arbítrio, ou seja, não for culpa dos seres humanos, porque a divindade simplesmente não o impede de chegar até nós?
A própria existência do mal em si... qualquer que seja a desculpa, se realmente houver uma divindade onipotente e que nos ame, não deveria haver o mal. Não deveria existir a ganância, a desigualdade social, a megalomania que gera guerras. Devemos pensar de uma forma mais crítica, filtrando melhor certas coisas que nos são impostas. Talvez o ser supremo que muitos dizem comandar todas as coisas não seja tão supremo, e não comande todas as coisas. Talvez ele nem exista.
Seguindo esse raciocínio, se o mal for culpa do livre-arbítrio, há uma tendência da humanidade para não conseguir conviver pacificamente, visto que a miséria é um problema que castiga milhões, há violência nas ruas e eventualmente ocorrem guerras. E se a humanidade tem essa tendência, é um "defeito de fabricação". Se o mal não for fruto do livre-arbítrio, ou seja, não for culpa dos seres humanos, porque a divindade simplesmente não o impede de chegar até nós?
A própria existência do mal em si... qualquer que seja a desculpa, se realmente houver uma divindade onipotente e que nos ame, não deveria haver o mal. Não deveria existir a ganância, a desigualdade social, a megalomania que gera guerras. Devemos pensar de uma forma mais crítica, filtrando melhor certas coisas que nos são impostas. Talvez o ser supremo que muitos dizem comandar todas as coisas não seja tão supremo, e não comande todas as coisas. Talvez ele nem exista.
***Espiritismo***
ResponderExcluirDeus nos deu o livre-arbítrio, nós fazemos o que queremos, as consequências virão. Nós fomos criados ignorantes, todos nós, e conforme fomos cometendo "maldades" (matar, ferir), tivemos que nos redimir. Por isso existem as reencarnações.
Não existe um "erro de fabricação", existe um "erro de utilização" da vida.